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Meio ambiente

Produção e plantio de mudas

Em constante prospecção de novas práticas de recuperação das APPs (Áreas de Preservação Permanente), a Usina Santa Terezinha trabalha com a produção e plantio de mudas nativas e frutíferas produzidas em cinco viveiros próprios.


Energia renovável


A Usina Santa Terezinha investe no desenvolvimento tecnológico para a produção de energia renovável. A bioeletricidade é produzida por meio de subprodutos da moagem: o bagaço e palha de cana-de-açúcar são queimados em caldeiras para geração de vapor que se torna energia elétrica, então utilizada no processo produtivo. Nas Unidades Tapejara, Paranacity, Cidade Gaúcha e Terra Rica, o excedente da energia elétrica produzida é comercializado e entregue ao SIN (Sistema Interligado Nacional) e operacionalizado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

O processo de cogeração de energia elétrica limpa e renovável, proveniente do bagaço de cana-de-açúcar, é reconhecido pelo Protocolo de Kyoto por meio do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), no qual visa à contribuição para ao desenvolvimento sustentável local.

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Solo

Como medida sustentável para o uso, manejo e conservação do solo, a Usina Santa Terezinha utiliza sistemas de agricultura de precisão, como o preparo de solo profundo e canteirizado. O sistema favorece a descompactação, aumenta a longevidade dos canaviais e reduz o custo operacional com preparo, já que fertilizantes e outros insumos são aplicados apenas nas linhas de plantio.  Em 2014, o uso do equipamento que realiza esse tipo de preparo foi implantado em todas as unidades produtivas da empresa.

Aliado ao preparo de solo profundo, a empresa também utiliza o sistema de Emae (Eficiência Mecânica Anti Erosão), pelo qual a cana é plantada seguindo a curva de nível em toda linha de plantio, garantindo menor risco de erosão.

 

Resíduos

A empresa trabalha no desenvolvimento e implantação de práticas de gestão dos resíduos sólidos, que são reincorporados ao processo produtivo. O bagaço da cana-de-açúcar é empregado como combustível em caldeiras. A torta de filtro e as cinzas/fuligens provenientes das caldeiras são utilizadas para adubação orgânica das áreas de plantio. A vinhaça, resíduo do processo de destilação do etanol, é utilizada na fertirrigação das lavouras.

Os resíduos sólidos decorrentes do processo produtivo passam por coleta seletiva, e os recicláveis são comercializados para empresas habilitadas e licenciadas pelo órgão ambiental responsável. Os rejeitos – resíduos sólidos Classe I (perigosos) e os resíduos sólidos Classe II (não perigosos) - são destinados a aterro industrial licenciado pelo IAP (Instituto Ambiental do Paraná).

 

Água

No uso e reuso de águas do processo produtivo, existem circuitos fechados nos seguintes sistemas da lavagem: lavagem da cana-de-açúcar, lavagem de gases de exaustão das caldeiras, condensadores da fabricação de açúcar, resfriamento de mosto, dornas e condensadores para fabricação de etanol, resfriamento de mancais de moenda e gerador, bem como todo aproveitamento de condensados para as caldeiras e processo. Na limpeza desses sistemas e de outras etapas do processo, as águas residuárias são enviadas para a fertirrigação.

 

Manejo sustentável

O controle biológico da broca da cana-de-açúcar (Diatraea saccharalis), feito por meio da utilização de vespas (Cotesia flavipes), tem como maior atrativo a não utilização de defensivos agroquímicos e traz benefícios para o meio ambiente, já que utiliza o manejo sustentável.

A Usina Santa Terezinha é adepta do controle biológico desde 1987 e possui dois laboratórios entomológicos para a produção da broca hospedeira e da vespa parasitoide, localizados nas unidades Iguatemi e Cidade Gaúcha. 

 


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